Auditor corrupto Rogério Sasso tem pousadas em Morro São Paulo

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Nós temos uma denuncia muito grave e o nome de quem fez, mas, só vamos largar quando a mídia nacional achar os restos dos bens. Por razões óbvia é claro.

Em matéria exibida na noite de domingo (04), no programa Fantástico da rede globo, a paradisíaca praia de Morro de São Paulo aparece como o local onde é investido dinheiro proveniente de esquema de lavagem de dinheiro em São Paulo.

Drogas poderão ter propagandas proíbidas

Para tentar combater a disseminação das drogas lícitas no país, o relatório final da subcomissão sobre drogas, criada no âmbito da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, sugere a proibição da propaganda de bebidas alcoólicas, a restrição da comercialização do produto, o aumento de impostos e também a integração entre os diversos níveis de governo. Criada há sete meses, a subcomissão ouviu diversos especialistas sobre assunto, representantes de entidades que atuam na recuperação de viciados e pessoas que conseguiram deixar o vício. O relatório final, elaborado pela senadora Ana Amélia (PP-RS), será votado na próxima terça-feira (6). Além de sugerir diversas medidas a serem adotadas pela União, estado e municípios, o documento propõe diversas alterações na atual legislação.

“Estamos recomendando a proibição da propaganda de drogas. Qualquer bebida alcoólica acima de 5 graus é considerada prejudicial à saúde. Não quer dizer que vamos proibir, mas não podemos estimular, incentivar. Imagine uma propaganda para o consumo de maconha ou de cocaína. Todos achariam um absurdo. Mas acham natural o estímulo a outras drogas”, disse o presidente da subcomissão, Wellington Dias (PT-PI). Segundo ele, apesar do aumento do consumo das drogas consideradas ilegais, o abuso do álcool é ainda mais preocupante. “A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que álcool é o mais grave dos problemas relacionado às drogas em todo o mundo, e recomenda que todos os países possam adotar, até 2012, políticas para redução do consumo”. De acordo com o presidente da subcomissão, aproximadamente 1% da população brasileira está envolvida com drogas ilícitas, como maconha, cocaína e crack, enquanto um percentual muito maior, cerca 10%, fazem uso sistemático do álcool.

Assaltos no morro São Paulo é destaque na imprensa

domingo, 4 de dezembro de 2011

O pior é a inércia do Prefeito do município local e de cidades vizinhas que vivem desta atividade e não cobram do Governador mais segurança. 

por Davidson Botelho. jornalista BN.

Quero falar da Praia do Forte, Morro de São Paulo e Arraia D'Ajuda. Três paraísos na Bahia, da excelente infraestrutura de hospedagem, gastronomia, diversão e lazer. Esses lugares encantam não só aos baianos, mas a turistas de todas as partes do mundo. Entendemos que esses são hoje os nossos principais produtos turísticos de verão e que não poderiam se limitar tão somente a esta temporada, pois existem possibilidades de abrigar eventos de médio e grande porte durante todo o ano.
Não obstante a isso, esses destinos conseguiram atrair um faixa do turismo com excelente potencial econômico e grande consumo, o que atrai investimentos, gera empregos e impostos. Mas todo bem sempre vem sendo perseguido pelo mal e é exatamente o que vem acontecendo também com esses paraísos.
Justamente por atrair o consumo e circular a riqueza , é que os marginais também se infiltram e passam a representar uma ameaça a esses destinos. Como não poderia ser diferente, onde tem dinheiro, festa, jovens e badalacão, tem o vendedor de drogas, que só existe porque tem o consumidor, que também só existe por falta de uma ação e um planejamento dos poderes públicos, e por conta de tudo isso também vem a violências, roubos, assaltos, etc....
Infelizmente essas mazelas vem uma crescente na Praia do Forte, Morro de São Paulo e Arraia D'Ajuda, o tráfico de drogas evolui e com ele a violência. As autoridades turísticas precisam pressionar o governo e a Secretaria de Segurança Pública deve atuar entendo a ótica social e turística de um negócio. Coincidentemente, nesses três destinos a estrutura policial fica muito a desejar da real necessidade e isso se torna um facilitador e atrativo aos marginais.

Os empresários interessados na continuidade dos seus negócios nessas localidades precisam se mobilizar de fato e pressionar o Estado a tomar providências urgentes antes que o mal não tenha mais solução e os turistas já tenham ido embora. E reconquistar será uma tarefa muito dolorida e difícil!

Tony o candidato de Ramiro

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011



"Reeditado. Aqui o leitor é quem manda."

Hoje o povo de Valença acordou com duas surpresas... a chegada de 40 ladrões e a imagem de Tony junto com Ramiro, na 1ª página do jornal Valença agora.

O que mais surpreende é que Tony e Ramiro não se batiam muito bem e, agora pousam juntos numa das inaugurações dos seus armengues na cidade, evidenciando que, caso seja eleito será mais um na multidão dos que apoiam Ramiro.

Acorda povo de Valença! Precisamos mudar e não renovar. É mais um traíra querendo se eleger.

Carequinha é prêso

Não foi o carequinha da Câmara de Valença envolvido nas fotos de uma revista Gay! Qualquer semelhança da careca terá sido mera coincidência.

SÃO PAULO - O empresário Marcos Valério, acusado de ser o operador do mensalão, foi preso na madrugada desta sexta-feira, 2, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. Além dele, outras três pessoas foram presas durante cumprimento de mandado de prisão expedido pela Justiça da Bahia.

Eles são suspeitos de envolvimento em grilagem de terras no município de São Desidério, no sul da Bahia. Os detidos serão levados para o estado.

Segundo o advogado de Marcos Valério, Marcelo Leonardo, seu cliente está 'absolutamente surpreendido' com a prisão. Em entrevista à rádio Estadão ESPN, Leonardo negou qualquer ligação dessa prisão com o mensalão. Se refere a fatos de 2003 ou 2004, porque a única ligação que existe da empresa com o sul da Bahia é o fato dela ter adquirido um imóvel no Sul da Bahia nessa época. "Se houve alguma irregularidade, não foi praticada por eles, mas pode ter sido por ter sido praticada por alguém na própria Bahia", afirmou.

O advogado afirmou que desconhecia o processo e diz que a prisão não tinha motivo. "Não tivemos acesso à decisão. O mandado não diz o motivo e nem o artigo em que eles estariam enquadrados", criticou. De acordo com Leonadro, no momento, o interesse da defesa é obter acesso ao processo e à decisão para depois pensar em alguma medida.

Prefeito de Valença tenta calar Vereadora dando empregos

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A pancada que a Vereadora Diana está dando no Prefeito está dando resultados... ele acaba de empregar na Prefeitura os ex- assessores da vereadora. E para maquiar, ofereceu  também emprego a mulher de um lojista, situado na Praça de Recreativa que recusou. Só não sabem essas pessoas é que ficarão empregadas até terminar as eleições, depois tomarão um pontapé na bunda. Nossa opinião: Quando Vereadores estão batendo no Prefeito é porque o cachê do mês não saiu, então ele bate até sair o cala boca.

Não é só em Valença que tem fantasma

"Vestido de branco Lupi é o fantasminha camarada. 

Lupi era nomeado em dois cargos ao mesmo tempo

O ministro Carlos Lupi (Trabalho) ganhou dois salários por funções públicas simultaneamente durante cinco anos. Segundo matéria do jornal Folha de S. Paulo, entre dezembro de 2000 e novembro de 2005 ele era nomeado assessor parlamentar da liderança do PDT na Câmara dos Deputados, em Brasília, e da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Como a "acumulação remunerada de cargos públicos" é proibida pela Constituição, Lupi pode responder por improbidade administrativa e peculato, com cobrança da devolução dos recursos recebidos de maneira irregular. A Constituição permite acumulo dos cargos apenas em hipóteses como professor e funcionários da saúde. "Cargos de confiança não são acumuláveis. A Constituição é bem restritiva", diz Carlos Ari Sundfeld, presidente da Sociedade Brasileira de Direito Público. Em resposta, Lupi afirmou que "caso seja comprovada alguma irregularidade, será devolvido ao órgão valores recebidos que não estejam dentro da legislação". Ele disse que batia ponto todo dia no Legislativo municipal, e que o cargo em Brasília não o obrigava estar lá.